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Provérbios







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terça-feira, 8 de junho de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O alvo de Deus é o seu coração




Lucas 10

21 Naquela mesma hora, se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve.
 
 
 
 


Salmos 8

1 Ó SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus!

2 Da boca das crianças e dos que mamam tu suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres calar o inimigo e vingativo.

3 Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;

4 Que é o homem mortal, para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?

5 Contudo, pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.

6 Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo dos seus pés:

7 Todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo.

8 As aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo o que passa pelas veredas dos mares.

9 Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!
 
 
 
"Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante." [Lc 6:47]




DEsenhos da história de Moisés

Jesus Cristo: A Ressurreição












18- Jesus Cristo: A Ressurreição -Jo 20.1-10



Domingo bem cedo, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi até o túmulo e viu que a pedra que tapava a entrada tinha sido tirada.

Então foi correndo até o lugar onde estavam Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse: —Tiraram o Senhor Jesus do túmulo, e não sabemos onde o puseram!

Então Pedro e o outro discípulo foram até o túmulo.

Os dois saíram correndo juntos, mas o outro correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro.

Ele se abaixou para olhar lá dentro e viu os lençóis de linho; porém não entrou no túmulo.

Mas Pedro, que chegou logo depois, entrou. Ele também viu os lençóis colocados ali e a faixa que tinham posto em volta da cabeça de Jesus. A faixa não estava junto com os lençóis, mas estava enrolada ali ao lado.

Aí o outro discípulo, que havia chegado primeiro, também entrou no túmulo. Ele viu e creu. (Eles ainda não tinham entendido as Escrituras Sagradas, que dizem que era preciso que Jesus ressuscitasse.)

E os dois voltaram para casa.

Maria Madalena tinha ficado perto da entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, ela se abaixou, olhou para dentro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus. Um estava na cabeceira, e o outro, nos pés.

Os anjos perguntaram: —Mulher, por que você está chorando? Ela respondeu: —Levaram embora o meu Senhor, e eu não sei onde o puseram!

Depois de dizer isso, ela virou para trás e viu Jesus ali de pé, mas não o reconheceu.

Então Jesus perguntou: —Mulher, por que você está chorando? Quem é que você está procurando? Ela pensou que ele era o jardineiro e por isso respondeu: —Se o senhor o tirou daqui, diga onde o colocou, e eu irei buscá-lo. —Maria! —disse Jesus. Ela virou e respondeu em hebraico: —“Rabôni!” (Esta palavra quer dizer “Mestre”.)

Jesus disse: —Não me segure, pois ainda não subi para o meu Pai. Vá se encontrar com os meus irmãos e diga a eles que eu vou subir para aquele que é o meu Pai e o Pai deles, o meu Deus e o Deus deles.

Então Maria Madalena foi e disse aos discípulos de Jesus: —Eu vi o Senhor! E contou o que Jesus lhe tinha dito.

Naquele mesmo domingo, à tarde, os discípulos de Jesus estavam reunidos de portas trancadas, com medo dos líderes judeus. Então Jesus chegou, ficou no meio deles e disse: —Que a paz esteja com vocês!

Em seguida lhes mostrou as suas mãos e o seu lado. E eles ficaram muito alegres ao verem o Senhor.

Então Jesus disse de novo: —Que a paz esteja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.

Depois soprou sobre eles e disse: —Recebam o Espírito Santo.

Se vocês perdoarem os pecados de alguém, esses pecados são perdoados; mas, se não perdoarem, eles não são perdoados.









- Jesus Cristo: Crucificação e morte



17- Jesus Cristo: Crucificação e morte - Jo 19.17-42



Jesus saiu carregando ele mesmo a cruz para o lugar chamado Calvário. (Em hebraico o nome desse lugar é “Gólgota”.)

Ali os soldados pregaram Jesus na cruz. E crucificaram também outros dois homens, um de cada lado dele.

Pilatos mandou escrever um letreiro e colocá-lo na parte de cima da cruz. Nesse letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego: “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus”. Muitas pessoas leram o letreiro porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade.

Então os chefes dos sacerdotes disseram a Pilatos: —Não escreva: “Rei dos Judeus”; escreva: “Este homem disse: Eu sou o Rei dos Judeus”.

—O que escrevi escrevi! —respondeu Pilatos.

Depois que os soldados crucificaram Jesus, pegaram as roupas dele e dividiram em quatro partes, uma para cada um. Mas a túnica era sem costura, toda tecida numa só peça de alto a baixo.

Por isso os soldados disseram uns aos outros: —Não vamos rasgar a túnica. Vamos tirar a sorte para ver quem fica com ela. Isso aconteceu para que se cumprisse o que as Escrituras Sagradas dizem: “Repartiram entre si as minhas roupas e fizeram sorteio da minha túnica.” E foi isso o que os soldados fizeram.

Perto da cruz de Jesus estavam a sua mãe, e a irmã dela, e Maria, a esposa de Clopas, e também Maria Madalena.

Quando Jesus viu a sua mãe e perto dela o discípulo que ele amava, disse a ela: —Este é o seu filho.

Em seguida disse a ele: —Esta é a sua mãe. E esse discípulo levou a mãe de Jesus para morar dali em diante na casa dele.

Agora Jesus sabia que tudo estava completado. Então, para que se cumprisse o que dizem as Escrituras Sagradas, disse: —Estou com sede!

Havia ali uma vasilha cheia de vinho comum. Molharam no vinho uma esponja, puseram a esponja num bastão de hissopo e a encostaram na boca de Jesus.

30 Quando ele tomou o vinho, disse: —Tudo está completado! Então baixou a cabeça e morreu.

Então os líderes judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos que tinham sido crucificados e mandasse tirá-los das cruzes. Pediram isso porque era sexta-feira e não queriam que, no sábado, os corpos ainda estivessem nas cruzes. E aquele sábado era especialmente santo.

Os soldados foram e quebraram as pernas do primeiro homem que tinha sido crucificado com Jesus e depois quebraram as pernas do outro.

Mas, quando chegaram perto de Jesus, viram que ele já estava morto e não quebraram as suas pernas.

Porém um dos soldados furou o lado de Jesus com uma lança. No mesmo instante saiu sangue e água.

Quem viu isso contou o que aconteceu para que vocês também creiam. O que ele disse é verdade, e ele sabe que fala a verdade.

Isso aconteceu para que se cumprisse o que as Escrituras Sagradas dizem: “Nenhum dos seus ossos será quebrado.”

E em outro lugar as Escrituras Sagradas dizem: “Eles olharão para aquele a quem atravessaram com a lança.”

Depois disso, José, da cidade de Arimatéia, pediu licença a Pilatos para levar o corpo de Jesus. (José era seguidor de Jesus, mas em segredo porque tinha medo dos líderes judeus.) Pilatos deu licença, e José foi e retirou o corpo de Jesus.

Nicodemos, aquele que tinha ido falar com Jesus à noite, foi com José, levando uns trinta e cinco quilos de uma mistura de aloés e mirra.

Os dois homens pegaram o corpo de Jesus e o enrolaram em lençóis nos quais haviam espalhado essa mistura. Era assim que os judeus preparavam os corpos dos mortos para serem sepultados.

No lugar onde Jesus tinha sido crucificado havia um jardim com um túmulo novo onde ninguém ainda tinha sido colocado.

Puseram ali o corpo de Jesus porque o túmulo ficava perto e também porque o sábado dos judeus ia começar logo.



Jesus Cristo: Ressuscita Lázaro


16- Jesus Cristo: Ressuscita Lázaro - Jo 11.1-46



Um homem chamado Lázaro estava doente. Ele era do povoado de Betânia, onde Maria e a sua irmã Marta moravam. (Esta Maria era a mesma que pôs perfume nos pés do Senhor Jesus e os enxugou com os seus cabelos. Era o irmão dela, Lázaro, que estava doente.)

As duas irmãs mandaram dizer a Jesus: —Senhor, o seu querido amigo Lázaro está doente!

Quando Jesus recebeu a notícia, disse: —O resultado final dessa doença não será a morte de Lázaro. Isso está acontecendo para que Deus revele o seu poder glorioso; e assim, por causa dessa doença, a natureza divina do Filho de Deus será revelada.

Jesus amava muito Marta, e a sua irmã, e também Lázaro.

Porém quando soube que Lázaro estava doente, ainda ficou dois dias onde estava.

Então disse aos seus discípulos: —Vamos voltar para a Judéia.

Mas eles disseram: —Mestre, faz tão pouco tempo que o povo de lá queria matá-lo a pedradas, e o senhor quer voltar?

Jesus respondeu: —Por acaso o dia não tem doze horas? Se alguém anda de dia não tropeça porque vê a luz deste mundo.

Mas, se anda de noite, tropeça porque nele não existe luz.

Jesus disse isso e depois continuou: —O nosso amigo Lázaro está dormindo, mas eu vou lá acordá-lo.

—Senhor, se ele está dormindo, isso quer dizer que vai ficar bom! —disseram eles.

Mas o que Jesus queria dizer era que Lázaro estava morto. Porém eles pensavam que ele estivesse falando do sono natural.

Então Jesus disse claramente: —Lázaro morreu, mas eu estou alegre por não ter estado lá com ele, pois assim vocês vão crer. Vamos até a casa dele.

Então Tomé, chamado “o Gêmeo”, disse aos outros discípulos: —Vamos nós também a fim de morrer com o Mestre!

Quando Jesus chegou, já fazia quatro dias que Lázaro havia sido sepultado.

Betânia ficava a menos de três quilômetros de Jerusalém, e muitas pessoas tinham vindo visitar Marta e Maria para as consolarem por causa da morte do irmão.

Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa.

Então Marta disse a Jesus: —Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido!

Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele.

—O seu irmão vai ressuscitar! —disse Jesus.

Marta respondeu: —Eu sei que ele vai ressuscitar no último dia!

Então Jesus afirmou: —Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim nunca morrerá. Você acredita nisso?

—Sim, senhor! —disse ela. —Eu creio que o senhor é o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo.

Depois de dizer isso, Marta foi, chamou Maria, a sua irmã, e lhe disse em particular: —O Mestre chegou e está chamando você.

Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi encontrar-se com Jesus.

Pois ele não tinha chegado ao povoado, mas ainda estava no lugar onde Marta o havia encontrado.

As pessoas que estavam na casa com Maria, consolando-a, viram que ela se levantou e saiu depressa. Então foram atrás dela, pois pensavam que ela ia ao túmulo para chorar ali.

Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e logo que o viu caiu aos pés dele e disse: —Se o senhor tivesse estado aqui, o meu irmão não teria morrido!

Jesus viu Maria chorando e viu as pessoas que estavam com ela chorando também. Então ficou muito comovido e aflito e perguntou: —Onde foi que vocês o sepultaram? —Venha ver, senhor! —responderam.

Jesus chorou. Então as pessoas disseram: —Vejam como ele amava Lázaro!

Mas algumas delas disseram: —Ele curou o cego. Será que não poderia ter feito alguma coisa para que Lázaro não morresse?

Jesus ficou outra vez muito comovido. Ele foi até o túmulo, que era uma gruta com uma pedra colocada na entrada, e ordenou: —Tirem a pedra! Marta, a irmã do morto, disse: —Senhor, ele está cheirando mal, pois já faz quatro dias que foi sepultado!

Jesus respondeu: —Eu não lhe disse que, se você crer, você verá a revelação do poder glorioso de Deus?

Então tiraram a pedra. Jesus olhou para o céu e disse: —Pai, eu te agradeço porque me ouviste.

Eu sei que sempre me ouves; mas eu estou dizendo isso por causa de toda esta gente que está aqui, para que eles creiam que tu me enviaste.

Depois de dizer isso, gritou: —Lázaro, venha para fora!

E o morto saiu. Os seus pés e as suas mãos estavam enfaixados com tiras de pano, e o seu rosto estava enrolado com um pano. Então Jesus disse: —Desenrolem as faixas e deixem que ele vá.

Muitas pessoas que tinham ido visitar Maria viram o que Jesus tinha feito e creram nele.

Mas algumas pessoas voltaram e contaram aos fariseus o que ele havia feito.



A multiplicação dos pães e peixes


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15- Jesus Cristo: Multiplica o lanche de um menino - Jo 6.5-13



Jesus olhou em volta de si e viu que uma grande multidão estava chegando perto dele. Então disse a Filipe: —Onde vamos comprar comida para toda esta gente? Ele sabia muito bem o que ia fazer, mas disse isso para ver qual seria a resposta de Filipe. Filipe respondeu assim: —Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata. Então um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse: —Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas o que é isso para tanta gente? Jesus disse: —Digam a todos que se sentem no chão. Então todos se sentaram. (Havia muita grama naquele lugar.) Estavam ali quase cinco mil homens. Em seguida Jesus pegou os pães, deu graças a Deus e os repartiu com todos; e fez o mesmo com os peixes. E todos comeram à vontade. Quando já estavam satisfeitos, ele disse aos discípulos: —Recolham os pedaços que sobraram a fim de que não se perca nada. Eles ajuntaram os pedaços e encheram doze cestos com o que sobrou dos cinco pães

Jesus Cristo: Cura um cego de nascença



14- Jesus Cristo: Cura um cego de nascença - Jo 9.1-41







Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença.



E os seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?



Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.



É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.



Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.



Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego,



dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que quer dizer Enviado). Ele foi, lavou-se e voltou vendo.



Então, os vizinhos e os que dantes o conheciam de vista, como mendigo, perguntavam: Não é este o que estava assentado pedindo esmolas?



Uns diziam: É ele. Outros: Não, mas se parece com ele. Ele mesmo, porém, dizia: Sou eu.



Perguntaram-lhe, pois: Como te foram abertos os olhos?



Respondeu ele: O homem chamado Jesus fez lodo, untou-me os olhos e disse-me: Vai ao tanque de Siloé e lava-te. Então, fui, lavei-me e estou vendo.



Disseram-lhe, pois: Onde está ele? Respondeu: Não sei.



Levaram, pois, aos fariseus o que dantes fora cego.



E era sábado o dia em que Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos.



Então, os fariseus, por sua vez, lhe perguntaram como chegara a ver; ao que lhes respondeu: Aplicou lodo aos meus olhos, lavei-me e estou vendo.



Por isso, alguns dos fariseus diziam: Esse homem não é de Deus, porque não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tamanhos sinais? E houve dissensão entre eles.



De novo, perguntaram ao cego: Que dizes tu a respeito dele, visto que te abriu os olhos? Que é profeta, respondeu ele.



Não acreditaram os judeus que ele fora cego e que agora via, enquanto não lhe chamaram os pais e os interrogaram: É este o vosso filho, de quem dizeis que nasceu cego? Como, pois, vê agora?



Então, os pais responderam: Sabemos que este é nosso filho e que nasceu cego; mas não sabemos como vê agora; ou quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Perguntai a ele, idade tem; falará de si mesmo.



Isto disseram seus pais porque estavam com medo dos judeus; pois estes já haviam assentado que, se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, fosse expulso da sinagoga.



Por isso, é que disseram os pais: Ele idade tem, interrogai-o.



Então, chamaram, pela segunda vez, o homem que fora cego e lhe disseram: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador.



Ele retrucou: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego e agora vejo.



Perguntaram-lhe, pois: Que te fez ele? como te abriu os olhos?



Ele lhes respondeu: Já vo-lo disse, e não atendestes; por que quereis ouvir outra vez? Porventura, quereis vós também tornar-vos seus discípulos?



Então, o injuriaram e lhe disseram: Discípulo dele és tu; mas nós somos discípulos de Moisés.



Sabemos que Deus falou a Moisés; mas este nem sabemos donde é.



Respondeu-lhes o homem: Nisto é de estranhar que vós não saibais donde ele é, e, contudo, me abriu os olhos.



Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende.



Desde que há mundo, jamais se ouviu que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.



Se este homem não fosse de Deus, nada poderia ter feito.



Mas eles retrucaram: Tu és nascido todo em pecado e nos ensinas a nós? E o expulsaram.



Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando-o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do Homem?



Ele respondeu e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia?



E Jesus lhe disse: Já o tens visto, e é o que fala contigo.



Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.



Prosseguiu Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos.



Alguns dentre os fariseus que estavam perto dele perguntaram-lhe: Acaso, também nós somos cegos?



Respondeu-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado algum; mas, porque agora dizeis: Nós vemos, subsiste o vosso pecado.





Jesus Cristo: Cura um homem dominado por demônios


13- Jesus Cristo: Cura um homem dominado por demônios - Lc 8.26-39



Jesus e os discípulos chegaram à região de Gerasa, no lado leste do lago da Galiléia.

Assim que Jesus saiu do barco, um homem daquela cidade foi encontrar-se com ele. Esse homem estava dominado por demônios. Fazia muito tempo que ele andava sem roupas e não morava numa casa, mas vivia nos túmulos do cemitério.

Quando viu Jesus, o homem deu um grito, caiu no chão diante dele e disse bem alto: —Jesus, Filho do Deus Altíssimo! O que o senhor quer de mim? Por favor, não me castigue!

Ele disse isso porque Jesus havia mandado o espírito mau sair dele. Esse espírito o havia agarrado muitas vezes. As pessoas chegaram até a amarrar os pés e as mãos do homem com correntes de ferro, mas ele as quebrava, e o demônio o levava para o deserto.

Jesus perguntou a ele: —Como é que você se chama? —O meu nome é Multidão! —respondeu ele. (Ele disse isso porque muitos demônios tinham entrado nele.)

Aí os demônios começaram a pedir com insistência a Jesus que não os mandasse para o abismo.

Muitos porcos estavam comendo num morro ali perto. Os demônios pediram com insistência a Jesus que os deixasse entrar nos porcos, e ele deixou.

Então eles saíram do homem e entraram nos porcos, que se atiraram morro abaixo, para dentro do lago, e se afogaram.

Quando os homens que estavam tomando conta dos porcos viram o que havia acontecido, fugiram e espalharam a notícia na cidade e nos seus arredores.

Muita gente foi ver o que havia acontecido. Quando chegaram perto de Jesus, viram o homem de quem haviam saído os demônios. E ficaram assustados porque ele estava sentado aos pés de Jesus, vestido e no seu perfeito juízo.

Os que haviam visto tudo contaram ao povo como o homem tinha sido curado.

Aí toda a gente da região de Gerasa ficou com muito medo e pediu que Jesus saísse da terra deles. Então Jesus subiu no barco e foi embora.

E o homem de quem os demônios tinham saído implorou a Jesus: —Me deixe ir com o senhor! Mas Jesus o mandou embora, dizendo:

—Volte para casa e conte o que Deus fez por você. Então o homem foi pela cidade, contando o que Jesus tinha feito por ele.

Jesus Cristo: Cura a mão aleijada


12- Jesus Cristo: Cura a mão aleijada - Lc 6.6-11



Num outro sábado Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Estava ali um homem que tinha a mão direita aleijada.

Alguns mestres da Lei e alguns fariseus ficaram espiando Jesus com atenção para ver se ele ia curar alguém no sábado. Pois queriam arranjar algum motivo para o acusar de desobedecer à Lei.

Mas Jesus conhecia os pensamentos deles e por isso disse para o homem que tinha a mão aleijada: —Levante-se e fique em pé aqui na frente. O homem se levantou e ficou em pé.

Então Jesus disse: —Eu pergunto a vocês: o que é que a nossa Lei diz sobre o sábado? O que é permitido fazer nesse dia: o bem ou o mal? Salvar alguém da morte ou deixar morrer?

Jesus olhou para todos os que estavam em volta dele e disse para o homem: —Estenda a mão! O homem estendeu a mão, e ela sarou.

Aí os mestres da Lei e os fariseus ficaram furiosos e começaram a conversar sobre o que poderiam fazer contra Jesus.

Jesus, encontrado no templo




11- Jesus, encontrado no templo - Lc 2.40-52



O menino crescia e ficava forte; tinha muita sabedoria e era abençoado por Deus. Todos os anos os pais de Jesus iam a Jerusalém para a Festa da Páscoa. Quando Jesus tinha doze anos, eles foram à Festa, conforme o seu costume. Depois que a Festa acabou, eles começaram a viagem de volta para casa. Mas Jesus tinha ficado em Jerusalém, e os seus pais não sabiam disso. Eles pensavam que ele estivesse no grupo de pessoas que vinha voltando e por isso viajaram o dia todo. Então começaram a procurá-lo entre os parentes e amigos. Como não o encontraram, voltaram a Jerusalém para procurá-lo. Três dias depois encontraram o menino num dos pátios do Templo, sentado no meio dos mestres da Lei, ouvindo-os e fazendo perguntas a eles. Todos os que o ouviam estavam muito admirados com a sua inteligência e com as respostas que dava. Quando os pais viram o menino, também ficaram admirados. E a sua mãe lhe disse: —Meu filho, por que foi que você fez isso conosco? O seu pai e eu estávamos muito aflitos procurando você. Jesus respondeu: —Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa do meu Pai? Mas eles não entenderam o que ele disse. Então Jesus voltou com os seus pais para Nazaré e continuava a ser obediente a eles. E a sua mãe guardava tudo isso no coração. Conforme crescia, Jesus ia crescendo também em sabedoria, e tanto Deus como as pessoas gostavam cada vez mais dele.

Nascimento de Jesus Cristo


10- Nascimento de Jesus Cristo - Lc 2.1-24



Naquele tempo o imperador Augusto mandou uma ordem para todos os povos do Império. Todas as pessoas deviam se registrar a fim de ser feita uma contagem da população.

Quando foi feito esse primeiro recenseamento, Cirênio era governador da Síria.

Então todos foram se registrar, cada um na sua própria cidade.

Por isso José foi de Nazaré, na Galiléia, para a região da Judéia, a uma cidade chamada Belém, onde tinha nascido o rei Davi. José foi registrar-se lá porque era descendente de Davi.

Levou consigo Maria, com quem tinha casamento contratado. Ela estava grávida, e aconteceu que, enquanto se achavam em Belém, chegou o tempo de a criança nascer.

Então Maria deu à luz o seu primeiro filho. Enrolou o menino em panos e o deitou numa manjedoura, pois não havia lugar para eles na pensão.

Naquela região havia pastores que estavam passando a noite nos campos, tomando conta dos rebanhos de ovelhas.

Então um anjo do Senhor apareceu, e a luz gloriosa do Senhor brilhou por cima dos pastores. Eles ficaram com muito medo, mas o anjo disse: —Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo!

Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês—o Messias, o Senhor!

Esta será a prova: vocês encontrarão uma criancinha enrolada em panos e deitada numa manjedoura.

13 No mesmo instante apareceu junto com o anjo uma multidão de outros anjos, como se fosse um exército celestial. Eles cantavam hinos de louvor a Deus, dizendo:

—Glória a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem!

Quando os anjos voltaram para o céu, os pastores disseram uns aos outros: —Vamos até Belém para ver o que aconteceu; vamos ver aquilo que o Senhor nos contou.

Eles foram depressa, e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura.

Então contaram o que os anjos tinham dito a respeito dele.

Todos os que ouviram o que os pastores disseram ficaram muito admirados.

Maria guardava todas essas coisas no seu coração e pensava muito nelas.

Então os pastores voltaram para os campos, cantando hinos de louvor a Deus pelo que tinham ouvido e visto. E tudo tinha acontecido como o anjo havia falado.

Uma semana depois, quando chegou o dia de circuncidar o menino, puseram nele o nome de Jesus. Pois o anjo tinha dado esse nome ao menino antes de ele nascer.

Chegou o dia de Maria e José cumprirem a cerimônia da purificação, conforme manda a Lei de Moisés. Então eles levaram a criança para Jerusalém a fim de apresentá-la ao Senhor.

Pois está escrito na Lei do Senhor: “Todo primeiro filho será separado e dedicado ao Senhor.”

Eles foram lá também para oferecer em sacrifício duas rolinhas ou dois pombinhos, como a Lei do Senhor manda.