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Provérbios







segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A história que nos marca


A HISTÓRIA QUE NOS MARCA!


“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.” (Apocalipse 3:12)

70 anos se passou desde que aqui chegou em 1940 o 1º protestante em terras de Riachão do Jacuípe, o soldado José Augusto. Homem de fé e valor, mesmo sozinho em terra estranha não negou a sua fé e nem o seu Deus.

O tempo passa depressa e somos levados a esquecer as grandes e maravilhosas bênçãos que o Rei dos Exércitos dispensou e tem continuado a dispensar a sua maravilhosa igreja.

Vamos fazer com que as nossas mentes e corações se voltem ao passado a fim de entendermos o presente e termos esperança no futuro.

No decorrer do tempo, Deus em sua infinita bondade, usou de forma singular homens e mulheres que tinham seus corações cheios de amor pelas almas perdidas. Eles se dispuseram a obedecer ao desafio do Senhor de ganhar a pátria para Cristo, e impulsionados pelo mais puro amor centralizaram seus esforços na evangelização desta cidade. Jamais se deixaram abater, e com persistência e ousadia mediante a fé produziram frutos dignos e permanentes.

Vários obreiros se dedicaram a este trabalho. De forma particular e distinta, atuaram e deixaram as suas marcas.

Certamente que o início desta grande obra não foi fácil. Nenhuma batalha é fácil especialmente a batalha contra o pecado e o mal. As dificuldades surgiram, barreiras foram colocadas, porém como essa luta é de Deus, a semente foi plantada, a palavra anunciada e vidas foram salvas.

Se a pregação do Evangelho já não é fácil em nossos dias imagine você na década de 40. Mas um destemido soldado de profissão e de fé chamado José Augusto membro da Igreja Batista do Sobradinho em Feira de Santana, veio trabalhar aqui em Riachão do Jacuípe e com ele veio também a sua fé. O mesmo começou a evangelizar nas casas, sofreu muita resistência e perseguição em decorrência da idolatria e do catolicismo que imperava em Riachão. Mesmo diante de toda oposição ele não desistiu e continuou cumprindo o ide de Jesus.

Algumas pessoas se decidiram e começaram a se reunir na casa do irmão José Augusto, na Rua Barão do Rio Branco e depois na Barra do Vento na casa do irmão Salú. Alguns anos depois, os irmãos compraram a propriedade vizinha ao Clube Lira Oito. Mas o som do clube incomodava muito os cultos, foi então que a congregação adquiriu a propriedade do templo atual na Praça Landulfo Alves.

Foram 37 anos até a organização como igreja em 11 de Junho de 1977. Tivemos a honra de ter como o nosso 1º pastor o querido e amado Pastor Newell Mack Shults, americano e também reitor do Seminário Teológico Batista do Nordeste na época. Por aqui passaram grandes homens de Deus, como os pastores Belarmino do Monte, Davi Cabral, José Gomes, Salatiel Alves de Sá, Samuel do Nascimento Souza e Eloísio Ursulino Santana.

A partir da Primeira Igreja Batista em Riachão do Jacuípe, surgiram outras três igrejas na cidade, a Igreja Presbiteriana do Brasil, Igreja Batista Regular e a nossa co-irmã Igreja Batista Esperança.

Atualmente a PIB em Riachão do Jacuípe mantém três congregações, Vila Aparecida com a liderança da Missionária Sebastiana Souza, São Francisco e Ipuerinha com a liderança da Missionária Laurimar Lima.

Os últimos seis meses dessa igreja tem sido de intensas transformações desde que assumi o pastorado, tanto para a igreja quanto para mim. Vimos á demolição da casa anexa e da casa pastoral para dar lugar ao novo templo. O antigo com capacidade para 150 pessoas, já o novo para 1100 pessoas, com uma área total construída de 1020 mts². 40 dias de jejum e oração em favor das famílias, debate com a sociedade cível organizada sobre quem é Deus? E a sua importância para a sociedade moderna, encontro de casais, caminhada de oração, Minha Esperança Brasil, Paixão de Cristo, retiro e viagem missionária a Missão Batista em Palmeiras. E já para Abril à TRANSRIACHÃO com 100 missionários voluntários anunciando Jesus Cristo como a única esperança para os 33000 mil habitantes do município de Riachão do Jacuípe.

Sabemos que a batalha é árdua e que os desafios são enormes, mas o Senhor dos Exércitos já nos concedeu vitória em todas elas.

Fraternalmente em Cristo Jesus Nosso Senhor e Salvador.



PASTOR LUIZ ORLANDO SOUZA





Participe,seja um voluntário você também!

Contatos

PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM RIACHÃO DO JACUÍPE

Praça Landulfo Alves, 762, Centro, CEP 44640-000 -
 Riachão do Jacuípe – Bahia

CNPJ 40.637.431/0001-88

Telefone: (75)8807-8606 e (75)9146-7587.

E-mail pastorluizorlando@yahoo.com.br

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Mês da MCA-Parabéns senhoras

 Dia 28/11/2010,foi realizado o culto de encerramento do mês das senhoras da nossa amada igreja.
Foi um culto abençoado,onde  sentimos a presença do nosso Maravilhoso Deus.
A igreja estava cheia,e pra nossa felicidade pudemos contar com a presença de muitos visitantes,que certamente sairam regozijados,felizes e cheios do Espírito Santo.

Contamos com a participação dos cantores Ruan e Rudney,onde louvaram e exaltaram o nosso DEUS ,levando a tds a entrarem em espírito de adoração...foi uma benção!!

As pessoas foram recepcionadas na entrada com buquezinhos de flores,acompanhados de versículos bíblicos,e na saída ganharam lembrancinhas da MCA.

O pastor Luís Orlando pregou a mensagem abençoando todas as mulheres ali presentes.

















quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Paz ou espada?

Por Hermes C. Fernandes


Paz ou Espada? Jesus veio trazer divisão nas famílias?








Quando falamos sobre a paz que Cristo almeja estabelecer entre gerações, deparamo-nos com certa resistência por parte daqueles que justificam sua intransigência nas palavras do próprio Jesus.





Confira o que Ele diz:

“Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas espada. Pois eu vim trazer divisão entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe, entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os seus próprios familiares” (Mt.10:34-36).

O que Jesus quis dizer com isso, afinal? Esta passagem tem provocado muita confusão na mente de cristãos sinceros.





Ora, se Ele diz que bem-aventurados são os pacificadores, por que agora parece contradizer-Se dizendo que Ele mesmo veio trazer discórdia em vez de paz? E o pior que esta discórdia teria como cenário a família.





Afinal de contas, que história é essa de trazer espada e divisão na família? Aonde é que Ele queria chegar com uma declaração como essa?





Quando um médico prescreve um remédio para o seu paciente, sua intenção é a de curá-lo. Que médico prescreveria um veneno? Porém todo remédio tem seus efeitos colaterais. Basta checar a bula do remédio para verificar os efeitos indesejáveis que o mesmo provoca. Se parássemos para ler algumas dessas bulas, jamais nos automedicaríamos, como é costume de muitos. Há remédios que provocam insônia, enjôo, taquicardia, e outros efeitos que preferiríamos evitar. Mas o médico não vai deixar de prescrevê-los por conta desses efeitos imediatos. O que lhe importa é que seu paciente seja curado, ainda que a médio e longo prazo.





A paz oferecida por Cristo funciona mais ou menos como uma vacina, que uma vez ministrada provoca reações no organismo, semelhantes àquelas do vírus que intenta combater. E é exatamente aí que reside a eficácia da vacina, pois estimula a reação dos anticorpos, provocando assim a cura do organismo. Algo semelhante ocorreu quando aquelas duas mulheres vieram a Salomão disputando um recém-nascido. Cada uma dizia que o filho era seu. Como o sábio rei equacionou o problema? Ordenando que se lhe trouxessem uma espada, e repartisse a criança em dois, dando a metade para cada mulher. Aquela que preferiu abrir mão da criança para poupar-lhe a vida revelou ser a verdadeira mãe. Alguém se atreveria a dizer que a intenção de Salomão era dividir a criança ao meio?





Com tal declaração, Jesus estava deixando Seus discípulos de sobreaviso. O fato de segui-lO, provocaria efeitos colaterais imediatos e momentâneos, que atingiriam inclusive seus relacionamentos familiares. Porém este não seria o resultado final.





Jesus estava apenas revelando os efeitos colaterais imediatos de Sua revolucionária mensagem.





Naquela época, qualquer judeu que se convertesse à fé cristã era considerado traidor, e por isso, era deserdado e espoliado.[1]





Poucos versos antes, Jesus disse: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai ao filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão” (v.21). Repare que isso foi uma previsão e uma prevenção. Em momento algum Jesus estimulou desavença na família. Por conta disso, no afã de estimular Seus discípulos a se manterem fiéis naqueles tempos tempestuosos, Jesus os conclamou a abrir mão de suas próprias vidas.

“Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim; quem ama o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não vem após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por minha causa, achá-la-á” (vv.37-39).

Observe que tais desavenças familiares seriam efeitos colaterais imediatos, e não os efeitos permanentes da pregação do Evangelho. Haveria perdas, porém, não seriam definitivas. Perde-se agora, pra ganhar depois. Portanto, a paz permanente pode custar para nós um mal entendido provisório. É claro que um familiar que ainda não conheça o amor de Deus, poderá sentir-se desprezado por aquele que o recebeu. Ninguém quer ser preterido. O marido quer ser a pessoa mais importante da vida da esposa, e quando se dá conta de que agora este lugar é ocupado por Cristo, é natural que se sinta enciumado. O mesmo acontece na relação entre pais e filhos. Porém esta sensação tende a diminuir à medida que o convertido passa de demonstrar o amor de Cristo na maneira como conduz seus relacionamentos. E assim, o prejuízo momentâneo resulta em ganhos eternos.





Aos poucos, os pais vão percebendo que seu filho, uma vez convertido a Cristo, tornou-se num filho melhor que antes. O marido ficou mais atencioso. A esposa mais carinhosa. Os pais mais amorosos. E assim, paulatinamente, as coisas vão se adequando, e a crise inicial cede à bonança.





Não se pode julgar um remédio pelos seus efeitos colaterais. O importante é o resultado permanente.





Ao ser questionado por Pedro por haver deixado tudo para segui-lO, Jesus lhe respondeu:





“Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já no presente, em casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições, e no mundo por vir a vida eterna” (Mc.10:29-30).





Não se trata aqui de uma promessa que só será cumprida na eternidade. Não! Começa “já no presente”. E para que desfrutemos desta paz com as pessoas que estimamos, temos que aprender a cultivá-la.





Por exemplo: se a esposa converteu-se a Cristo, mas o marido não, isso poderá gerar uma crise inicial no casamento. O marido talvez não compreenda o fato de que agora Cristo é a pessoa central da vida de sua esposa. Como reverter isso?





Ouçamos o conselho de Pedro:





“Semelhantemente, vós, mulheres, sede submissas a vossos próprios maridos, para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, pelo procedimento de suas mulheres sejam ganhos sem palavra” (1 Pe.3:1).





Não adianta argumentar, discutir, ou mesmo brigar, pra tentar convencer o outro acerca do Evangelho. Deve-se, antes, ganhar pelo procedimento, sem a necessidade de palavras. Este princípio pode ser aplicado a qualquer relacionamento, e não apenas o conjugal.





Nossas boas obras devem preceder qualquer argumentação. Chegará o momento em que os argumentos contrários cederão, e quem nos rebatia passará a pedir que lhe exponhamos a razão de nosso procedimento. Pedro admoesta: “Estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pe.3:15b).





Se quisermos cultivar a paz em nossos relacionamentos, temos que abrir mão de termos sempre a razão. Na hora da discussão a melhor saída é o silêncio. Porém, quando nos pedirem qualquer explicação, devemos dá-la com mansidão, sem impor nossos pontos de vista.





Deve-se, também, evitar questões que produzem contendas. Paulo nos aconselha a rejeitar “as questões insensatas e absurdas, sabendo que produzem contendas”. Pois, “ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser brando para com todos” (2 Tm.2:23-24a).





Se levássemos a sério tais instruções bíblicas, certamente evitaríamos a destruição de muitos relacionamentos, inclusive entre pais e filhos. Não usemos, portanto, passagens isoladas das Escrituras como justificativa para nossa intransigência.



[1] Hebreus 10:34





Este é mais um capítulo do livro sobre o conflito de gerações.

A Angústia dos Justos




Salmos 37:39 – Mas a salvação dos justos vem do SENHOR; ele é a sua fortaleza no tempo da angústia.


O salmista baseou-se na sua própria experiência e na experiência de várias pessoas tementes a Deus, quando exclamou: “A salvação dos justos vem do Senhor; Ele é a sua fortaleza no tempo da angústia” (Salmos 37:39).

Uma das coisas que mais desanimam o cristão que esforça para ser fiel ao Senhor é a experiência da angústia. O sentimento de angústia é um mal crescente, que pode ficar avassalador. Ele é um misto de prostração, de ansiedade, de revolta, de sofrimento. Sua vivência é especialmente dolorosa quando começa a desenvolver uma sensação de abandono, de “não tem jeito”.



Crente pode experimentar angústia? Pode e experimenta. E não necessariamente porque se afastou do Senhor ou incorreu em pecado. A Bíblia, em várias ocasiões, descreve a angústia dos “justos”. No seu cômputo geral, o ensino bíblico diz que o Senhor usa o mal da angústia para, finalmente, fortalecer a vida espiritual dos que O seguem. Os bons crentes, quando assaltados pela angústia, agarram-se com o Senhor, de uma forma intensa e definitiva – de uma maneira que não acontece, quando tudo é tranqüilidade.



Daí o testemunho do salmista: “o Senhor é a salvação e a fortaleza dos justos no tempo da angústia”.







Os desafios na vida do novo cristão



Não paz, mas espada

“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim...” (Mateus 10:37).

Em 1972, eu não tinha nenhuma idéia do real significado desse versículo; tampouco percebia o tipo de sacrifício que exigiria de mim nos anos por vir. Eu cresci na fé presbiteriana. A tolerância religiosa tinha sido pregada em meu lar desde que eu me conheço por gente. Lembro-me de várias discussões em torno da mesa de jantar sobre a virtude de ter uma mente aberta; e mente aberta para um presbiteriano significava jamais questionar as crenças de outra pessoa. Afinal de contas, seria o cúmulo da arrogância presumir que você tivesse um entendimento melhor das Escrituras do que o seu próximo! A própria idéia de desafiar essa doutrina estava simplesmente fora de questão. Assim, os presbiterianos não tinham nada com que se preocupar em Mateus 10:34-38. Todos estavam salvos. Tudo estava em paz!

Comecei a sentir que havia exceções quando comecei a ficar de olho no vizinho mórmon. Meu pai deixou absolutamente claro que eu nem pensasse em me envolver com qualquer pessoa pertencente a um grupo fanático desses. E ponto-final. Mas essa discrepância entre o que ele praticava e o que ele pregava me incomodava. Na verdade, papai tinha um limite de tolerância. Era intolerante para com os mórmons.

Quando entrei na faculdade, comecei a busca da verdade. A vida não teria sentido sem verdades concretas, sem conceitos ou princípios, sobre os quais a fé pudesse ser edificada. Eu nem imaginava que pudesse encontrar essas verdades na Bíblia, então busquei os amigos. Meus pais nunca me proibiam de participar do culto de outras denominações. Logo passei a perceber, entretanto, que meus amigos também não tinham nenhuma base para crerem no que criam. Simplesmente freqüentavam a congregação que melhor lhes servisse. Não tinham convicções religiosas verdadeiras. Isso não me bastava. Então continuei a buscar a verdade. Comecei a participar de cultos com um amigo que era membro de uma igreja que simplesmente procurava seguir a Cristo.

A princípio, meus pais não falavam a respeito, só um comentário casual aqui e ali sobre “aquela gente que pensa que só eles vão para o céu”. Em questão de poucas semanas, entretanto, perceberam pelos meus atos que não se tratava de nenhuma fantasia repentina. Pela primeira vez, eu estava lendo a Bíblia. Ia aos cultos três vezes por semana. Até questionava as minhas antigas crenças! Nessa altura, meus pais começaram mais uma vez a impor limites de tolerância religiosa. Os comentários de papai eram agora: “As pessoas dessa igreja são estreitas de mente e sectárias. Estão fazendo uma lavagem cerebral em você!”. As manhãs de domingo passaram a ser um campo de batalha. Passei a ser alvo de fitadas geladas e comentários preconceituosos. Meu coração foi atingido até o mais profundo. Eu ficava agoniada com respeito àquilo em que a minha família tinha se tornado.

Em meio a toda essa tempestade, entretanto, fui sustentada por uma fé que crescia a cada dia. Agora ficava claro quem era e quem não era estreito de mente. Meu pai apelava para o preconceito; os amigos que tinha acabado de encontrar apelavam para o evangelho. Chegou o dia em que não pude mais negar o poder do evangelho. Lembrei-me da oração de Jesus por seus discípulos em João 17:17 e percebi que, por fim, tinha descoberto que era a verdade que poderia me santificar. Era hora de eu fazer uma decisão. No outono de 1973, fui batizada em Cristo. Naquele mesmo dia, desliguei-me como membro da Igreja Presbiteriana. Três noites depois, passei por um tremendo interrogatório emocional em casa. Daquele dia em diante, aprendi o verdadeiro sentido de Mateus 10:34-36: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa”. Não havia mais paz em casa. A minha própria família tinha, na verdade, se tornado meus inimigos. Na tentativa de proteger a minha fé incipiente, senti-me obrigada a sair de casa por um tempo, esperando que as coisas, a seu tempo, fossem se ajeitar. Eu amava meus pais, mas amava mais ao Senhor.

Dezenove anos depois, as coisas se ajeitaram um pouco, mas meus pais ainda me pressionam para eu ceder toda vez que vou para casa. Há uma grande diferença. Em vez de fugir dos comentários deles, posso fincar o pé. Não me sinto mais ameaçada. Sei que “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31). Meus pais sempre tiveram em mente o melhor para mim, e eu os amo por isso. Não é estranho, entretanto, que eles temam exatamente o que pode lhes libertar ‒ a verdade?! Minha esperança e oração é que, um dia, baixem as espadas e parem de lutar contra Deus. Só então suas mentes realmente serão abertas. So então poderão pôr Deus em primeiro lugar. Só então a paz voltará a reinar nessa família terrestre.

–por Martha Felker

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Festa com tema infantil da MCA

A festa de confraternização da MCa da Primeira Igreja Batista de Riachão do Jacuípe foi muito divertida.As mulheres escolheram um tema infantil,onde teve direito a brincadeiras,louvores infantis,dinâmicas,lembrancinhas,muitos doces e muita animação,sem esquecer é claro de estar sempre exaltando e glorificando ao Senhor por tds os benefícios q nos tem feito.
O encontro foi realizado na Igreja q se encontra em total reforma,foi realizado na parte de trás já que a frente já foi derrubada para a reforma na qual estamos orando muito pra q o senhor supra tds as necessidades e a obra se conclua no tempo determinado por Deus.

O tema da festa foi ' as ovelhinhas do Senhor",todas as irmãs viveram uma noite de criança e tenho certeza q sairam regozijadas e na presença do Senhor.


Parabéns MCA que DEUS continue abençoando todas as irmãs e que sigam firme trabalhando na obra e glorificando o nome  de JESUS que é digno de td honra e de toda glória!

Festa infantil da MCA

 Foram distribuidos vários brindes para as irmãs nas dinâmicas

  1.  Lembrancinhas para as ovelhinhas do Senhor..criação da irmã Taty
 Foi servido deliciosos salgadinhos confeccionados pela irmã Mônica...uma delícia!!
  1.  Irmã Ana feliz da vida carregando seus trigêmios..a benção veio tripla em irmã??Glória a Deus!


 A  apresentadora do evento..."tia Cris" animou a tds!!

 Até aeróbica teve(rsrsrsr),as irmãs entraram no ritmo da malhação!