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segunda-feira, 21 de março de 2011

Irmão Salvador nos deixou saudades!





Se nossa fé não for além dos horizontes materiais, se Deus não significar a certeza de nossa vida que se eterniza, se a ressurreição do Cristo não for protótipo da nossa, qual será nossa esperança, qual será nosso consolo?
Você precisa da presença de um amigo que descubra, com você, novos horizontes para seus olhos cansados de chorar, para o coração inconformado com a perda de quem, a seu ver, não deveria ter partido ainda. Sei que pouco dizem as palavras quando o sofrimento fala bem alto do que elas. Sei, porém, que a sua fé realiza maravilhas e você está lembrando muito bem que sua vida continua. Por isso mesmo, você precisa superar as lágrimas, por mais difícil que seja, e readquirir aos poucos o sorriso que fugiu do seu olhar. Chorar é humano. É sinal de estima. De amor. De solidariedade. Chorar alivia. Por isso, não faz mal que você chore. Quando as lágrimas lavam o coração – porque ele ama – elas são uma bênção. Contudo, lembre-se, amigo, de que você precisa retornar à lide cotidiana. “fortifique seu coração em Deus e erga os joelhos vacilantes”, e retome sua vida. Há sempre alguém precisando de você. Só a fé em Jesus Cristo é capaz de lhe dar o consolo que você procura. Diante da morte, todos os argumentos terminam. Somos limitados demais para encontrar a resposta exata que o nosso coração almeja. Para quem tem fé, a morte deixa de ser um fantasma e se torna a condição indispensável para o encontro do homem com Deus. Para quem crê em Jesus Cristo, a morte é o começo da felicidade eterna, libertação de todas as amarras que prendem nosso corpo à terra. É começo de tudo, e não “fim de tudo”, como infelizmente ousam afirmar incrédulos e materialistas. O passo mais importante e decisivo que você vai dar um dia ( quando será?...) é o momento de sua morte. Siga Jesus Cristo e confie nele. Há um lugar preparado para você no céu. Veja de não perdê-lo! Se fôssemos apenas matéria, desapareceríamos no pó da terra e ninguém se lembraria mais de nós. Mas, se você leva flores ao túmulo de quem ama ( veja, eu disse “ama” e não “amou”), é porque dentro de você a vida de Deus fala bem mais alto que a descrença de quem pretende reduzir o homem ao nível das coisas. O irmão que partiu não era objeto de carne, mas, sim:pessoa, criada à imagem e semelhança de Deus e , por isso mesmo, possuidor de uma alma imortal, de uma vida que não morre. Para Deus nada é impossível. E foi Jesus Cristo quem no-lo disse e provou que Deus é o Senhor da vida e todos havemos de ressuscitar um dia. A Paixão de Jesus Cristo veio dar um sentindo novo à dor. A partir da cruz, ela se tornou redentora. Santifica não apenas vocês , que sofrem, mas também os outros. Em vista da eternidade, nossa vida é comparada “ ao sopro do vento que passa” e por isso todo sofrimento é passageiro, quando nos lembramos dos infinitos tesouros que Deus reservou para aqueles que ama. Os justos são provados por Deus, diz a Escritura, e a dor os purifica de seus pecados, tornando-os semelhantes ao Cristo.Creia, amigos: Nada acontece em vão no mundo. Tudo está previsto por Deus. Nós é que, às vezes, não entendemos nada de nada. Porque somos pobres, limitados demais diante do mistério. A Sagrada Escritura é clara e concisa: “ Deus o levou para não deixar que o mal lhe corrompesse a inteligência, nem a falsidade lhe seduzisse a alma. Porque sua vida agradava ao Senhor, este, sem mais espera, de um mundo perverso o retirou.”. E o livro inspirado acrescenta: “ E os povos viram-no, sem entender”. Sem entender, como nós, que a morte prematura pode ser um favor, uma graça de Deus para seus eleitos. Diante da palavra de Deus, atual e viva, convido você a meditar sobre os desígnios do Senhor, e seu luto converter-se-á em esperança. Quem, aqui na terra, estiver unido a Deus, por uma vida de santidade e de justiça, vivendo o amor de Cristo até as últimas conseqüências, é lógico que estará eternamente unido a Deus, depois de sua passagem pelo mundo. Pois, como diz o apóstolo, “ Quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor”. O céu ou inferno são conseqüência direta da vida que você leva na terra. A morte eterniza o estado de vida e de opção que você vinha levando. Portanto, lembre bem o que São Paulo diz: “ Agora é o tempo da salvação”. Se você espera salvar-se “depois”, está muito enganado...Não pense tanto no irmão que partiu, no vazio que deixou, na saudade que fere, como na sua preparação para o reencontro. A morte é o começo de uma história de amor que você vai viver, eternidade afora, com Deus e com os irmãos. Por isso, prepare-se bem para esse dia. Se de momento é duro aceitar a separação, se há tantos mistérios circundando o seu coração intranqüilo e infeliz pela perda do ente querido, volte seus olhos para Deus e faça uma prece de esperança na vitória final. Você viverá um dia a alegria do grande reencontro. Total. Definitivo. Onde não mais haverá despedida. Onde não mais haverá separação. – Você reencontrará o filhinho que partiu com pouco tempo. Será o dia da grande festa. E não haverá medo, nem pranto. Apenas alegria, apenas Amor. Prepare-se, amigo, para este dia. Esqueça as lágrimas, e olhe para frente. Viva profundamente o amor a Deus e ao próximo, e você passará da morte para a vida, porque amou seu irmão. E você poderá dizer, exultante de júbilo: “ Na minha própria carne verei a Deus. Eu mesmo o comtemplarei com os meus próprios olhos.” “E Deus enxugará toda lágrima de seus olhos.” Sim, meu amigo: ELE enxugará suas lágrimas. Ninguém melhor do que ele, para compreender a sua dor. Não queira, pois, revoltar-se, se você não compreende o porquê de tudo que sucedeu. Deus, nosso pai, sabe o que faz. Ele velará por você e não o deixará sozinho.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A história que nos marca


A HISTÓRIA QUE NOS MARCA!


“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.” (Apocalipse 3:12)

70 anos se passou desde que aqui chegou em 1940 o 1º protestante em terras de Riachão do Jacuípe, o soldado José Augusto. Homem de fé e valor, mesmo sozinho em terra estranha não negou a sua fé e nem o seu Deus.

O tempo passa depressa e somos levados a esquecer as grandes e maravilhosas bênçãos que o Rei dos Exércitos dispensou e tem continuado a dispensar a sua maravilhosa igreja.

Vamos fazer com que as nossas mentes e corações se voltem ao passado a fim de entendermos o presente e termos esperança no futuro.

No decorrer do tempo, Deus em sua infinita bondade, usou de forma singular homens e mulheres que tinham seus corações cheios de amor pelas almas perdidas. Eles se dispuseram a obedecer ao desafio do Senhor de ganhar a pátria para Cristo, e impulsionados pelo mais puro amor centralizaram seus esforços na evangelização desta cidade. Jamais se deixaram abater, e com persistência e ousadia mediante a fé produziram frutos dignos e permanentes.

Vários obreiros se dedicaram a este trabalho. De forma particular e distinta, atuaram e deixaram as suas marcas.

Certamente que o início desta grande obra não foi fácil. Nenhuma batalha é fácil especialmente a batalha contra o pecado e o mal. As dificuldades surgiram, barreiras foram colocadas, porém como essa luta é de Deus, a semente foi plantada, a palavra anunciada e vidas foram salvas.

Se a pregação do Evangelho já não é fácil em nossos dias imagine você na década de 40. Mas um destemido soldado de profissão e de fé chamado José Augusto membro da Igreja Batista do Sobradinho em Feira de Santana, veio trabalhar aqui em Riachão do Jacuípe e com ele veio também a sua fé. O mesmo começou a evangelizar nas casas, sofreu muita resistência e perseguição em decorrência da idolatria e do catolicismo que imperava em Riachão. Mesmo diante de toda oposição ele não desistiu e continuou cumprindo o ide de Jesus.

Algumas pessoas se decidiram e começaram a se reunir na casa do irmão José Augusto, na Rua Barão do Rio Branco e depois na Barra do Vento na casa do irmão Salú. Alguns anos depois, os irmãos compraram a propriedade vizinha ao Clube Lira Oito. Mas o som do clube incomodava muito os cultos, foi então que a congregação adquiriu a propriedade do templo atual na Praça Landulfo Alves.

Foram 37 anos até a organização como igreja em 11 de Junho de 1977. Tivemos a honra de ter como o nosso 1º pastor o querido e amado Pastor Newell Mack Shults, americano e também reitor do Seminário Teológico Batista do Nordeste na época. Por aqui passaram grandes homens de Deus, como os pastores Belarmino do Monte, Davi Cabral, José Gomes, Salatiel Alves de Sá, Samuel do Nascimento Souza e Eloísio Ursulino Santana.

A partir da Primeira Igreja Batista em Riachão do Jacuípe, surgiram outras três igrejas na cidade, a Igreja Presbiteriana do Brasil, Igreja Batista Regular e a nossa co-irmã Igreja Batista Esperança.

Atualmente a PIB em Riachão do Jacuípe mantém três congregações, Vila Aparecida com a liderança da Missionária Sebastiana Souza, São Francisco e Ipuerinha com a liderança da Missionária Laurimar Lima.

Os últimos seis meses dessa igreja tem sido de intensas transformações desde que assumi o pastorado, tanto para a igreja quanto para mim. Vimos á demolição da casa anexa e da casa pastoral para dar lugar ao novo templo. O antigo com capacidade para 150 pessoas, já o novo para 1100 pessoas, com uma área total construída de 1020 mts². 40 dias de jejum e oração em favor das famílias, debate com a sociedade cível organizada sobre quem é Deus? E a sua importância para a sociedade moderna, encontro de casais, caminhada de oração, Minha Esperança Brasil, Paixão de Cristo, retiro e viagem missionária a Missão Batista em Palmeiras. E já para Abril à TRANSRIACHÃO com 100 missionários voluntários anunciando Jesus Cristo como a única esperança para os 33000 mil habitantes do município de Riachão do Jacuípe.

Sabemos que a batalha é árdua e que os desafios são enormes, mas o Senhor dos Exércitos já nos concedeu vitória em todas elas.

Fraternalmente em Cristo Jesus Nosso Senhor e Salvador.



PASTOR LUIZ ORLANDO SOUZA





Participe,seja um voluntário você também!

Contatos

PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM RIACHÃO DO JACUÍPE

Praça Landulfo Alves, 762, Centro, CEP 44640-000 -
 Riachão do Jacuípe – Bahia

CNPJ 40.637.431/0001-88

Telefone: (75)8807-8606 e (75)9146-7587.

E-mail pastorluizorlando@yahoo.com.br

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Mês da MCA-Parabéns senhoras

 Dia 28/11/2010,foi realizado o culto de encerramento do mês das senhoras da nossa amada igreja.
Foi um culto abençoado,onde  sentimos a presença do nosso Maravilhoso Deus.
A igreja estava cheia,e pra nossa felicidade pudemos contar com a presença de muitos visitantes,que certamente sairam regozijados,felizes e cheios do Espírito Santo.

Contamos com a participação dos cantores Ruan e Rudney,onde louvaram e exaltaram o nosso DEUS ,levando a tds a entrarem em espírito de adoração...foi uma benção!!

As pessoas foram recepcionadas na entrada com buquezinhos de flores,acompanhados de versículos bíblicos,e na saída ganharam lembrancinhas da MCA.

O pastor Luís Orlando pregou a mensagem abençoando todas as mulheres ali presentes.

















quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Paz ou espada?

Por Hermes C. Fernandes


Paz ou Espada? Jesus veio trazer divisão nas famílias?








Quando falamos sobre a paz que Cristo almeja estabelecer entre gerações, deparamo-nos com certa resistência por parte daqueles que justificam sua intransigência nas palavras do próprio Jesus.





Confira o que Ele diz:

“Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas espada. Pois eu vim trazer divisão entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe, entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os seus próprios familiares” (Mt.10:34-36).

O que Jesus quis dizer com isso, afinal? Esta passagem tem provocado muita confusão na mente de cristãos sinceros.





Ora, se Ele diz que bem-aventurados são os pacificadores, por que agora parece contradizer-Se dizendo que Ele mesmo veio trazer discórdia em vez de paz? E o pior que esta discórdia teria como cenário a família.





Afinal de contas, que história é essa de trazer espada e divisão na família? Aonde é que Ele queria chegar com uma declaração como essa?





Quando um médico prescreve um remédio para o seu paciente, sua intenção é a de curá-lo. Que médico prescreveria um veneno? Porém todo remédio tem seus efeitos colaterais. Basta checar a bula do remédio para verificar os efeitos indesejáveis que o mesmo provoca. Se parássemos para ler algumas dessas bulas, jamais nos automedicaríamos, como é costume de muitos. Há remédios que provocam insônia, enjôo, taquicardia, e outros efeitos que preferiríamos evitar. Mas o médico não vai deixar de prescrevê-los por conta desses efeitos imediatos. O que lhe importa é que seu paciente seja curado, ainda que a médio e longo prazo.





A paz oferecida por Cristo funciona mais ou menos como uma vacina, que uma vez ministrada provoca reações no organismo, semelhantes àquelas do vírus que intenta combater. E é exatamente aí que reside a eficácia da vacina, pois estimula a reação dos anticorpos, provocando assim a cura do organismo. Algo semelhante ocorreu quando aquelas duas mulheres vieram a Salomão disputando um recém-nascido. Cada uma dizia que o filho era seu. Como o sábio rei equacionou o problema? Ordenando que se lhe trouxessem uma espada, e repartisse a criança em dois, dando a metade para cada mulher. Aquela que preferiu abrir mão da criança para poupar-lhe a vida revelou ser a verdadeira mãe. Alguém se atreveria a dizer que a intenção de Salomão era dividir a criança ao meio?





Com tal declaração, Jesus estava deixando Seus discípulos de sobreaviso. O fato de segui-lO, provocaria efeitos colaterais imediatos e momentâneos, que atingiriam inclusive seus relacionamentos familiares. Porém este não seria o resultado final.





Jesus estava apenas revelando os efeitos colaterais imediatos de Sua revolucionária mensagem.





Naquela época, qualquer judeu que se convertesse à fé cristã era considerado traidor, e por isso, era deserdado e espoliado.[1]





Poucos versos antes, Jesus disse: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai ao filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão” (v.21). Repare que isso foi uma previsão e uma prevenção. Em momento algum Jesus estimulou desavença na família. Por conta disso, no afã de estimular Seus discípulos a se manterem fiéis naqueles tempos tempestuosos, Jesus os conclamou a abrir mão de suas próprias vidas.

“Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim; quem ama o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não vem após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por minha causa, achá-la-á” (vv.37-39).

Observe que tais desavenças familiares seriam efeitos colaterais imediatos, e não os efeitos permanentes da pregação do Evangelho. Haveria perdas, porém, não seriam definitivas. Perde-se agora, pra ganhar depois. Portanto, a paz permanente pode custar para nós um mal entendido provisório. É claro que um familiar que ainda não conheça o amor de Deus, poderá sentir-se desprezado por aquele que o recebeu. Ninguém quer ser preterido. O marido quer ser a pessoa mais importante da vida da esposa, e quando se dá conta de que agora este lugar é ocupado por Cristo, é natural que se sinta enciumado. O mesmo acontece na relação entre pais e filhos. Porém esta sensação tende a diminuir à medida que o convertido passa de demonstrar o amor de Cristo na maneira como conduz seus relacionamentos. E assim, o prejuízo momentâneo resulta em ganhos eternos.





Aos poucos, os pais vão percebendo que seu filho, uma vez convertido a Cristo, tornou-se num filho melhor que antes. O marido ficou mais atencioso. A esposa mais carinhosa. Os pais mais amorosos. E assim, paulatinamente, as coisas vão se adequando, e a crise inicial cede à bonança.





Não se pode julgar um remédio pelos seus efeitos colaterais. O importante é o resultado permanente.





Ao ser questionado por Pedro por haver deixado tudo para segui-lO, Jesus lhe respondeu:





“Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já no presente, em casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições, e no mundo por vir a vida eterna” (Mc.10:29-30).





Não se trata aqui de uma promessa que só será cumprida na eternidade. Não! Começa “já no presente”. E para que desfrutemos desta paz com as pessoas que estimamos, temos que aprender a cultivá-la.





Por exemplo: se a esposa converteu-se a Cristo, mas o marido não, isso poderá gerar uma crise inicial no casamento. O marido talvez não compreenda o fato de que agora Cristo é a pessoa central da vida de sua esposa. Como reverter isso?





Ouçamos o conselho de Pedro:





“Semelhantemente, vós, mulheres, sede submissas a vossos próprios maridos, para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, pelo procedimento de suas mulheres sejam ganhos sem palavra” (1 Pe.3:1).





Não adianta argumentar, discutir, ou mesmo brigar, pra tentar convencer o outro acerca do Evangelho. Deve-se, antes, ganhar pelo procedimento, sem a necessidade de palavras. Este princípio pode ser aplicado a qualquer relacionamento, e não apenas o conjugal.





Nossas boas obras devem preceder qualquer argumentação. Chegará o momento em que os argumentos contrários cederão, e quem nos rebatia passará a pedir que lhe exponhamos a razão de nosso procedimento. Pedro admoesta: “Estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pe.3:15b).





Se quisermos cultivar a paz em nossos relacionamentos, temos que abrir mão de termos sempre a razão. Na hora da discussão a melhor saída é o silêncio. Porém, quando nos pedirem qualquer explicação, devemos dá-la com mansidão, sem impor nossos pontos de vista.





Deve-se, também, evitar questões que produzem contendas. Paulo nos aconselha a rejeitar “as questões insensatas e absurdas, sabendo que produzem contendas”. Pois, “ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser brando para com todos” (2 Tm.2:23-24a).





Se levássemos a sério tais instruções bíblicas, certamente evitaríamos a destruição de muitos relacionamentos, inclusive entre pais e filhos. Não usemos, portanto, passagens isoladas das Escrituras como justificativa para nossa intransigência.



[1] Hebreus 10:34





Este é mais um capítulo do livro sobre o conflito de gerações.