Salmos

Provérbios







Uploaded with Avramovic Web Solutions ImageShack Hotspot


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A Primeira Igreja Batista de Riachão do Jacuípe convida:

A operação Jesus Transforma, ou Trans, como é mais conhecida, é uma ação missionária que envolve do verdadeiro Deus está ausente, objetivando ao fim a plantação ou a revitalização de uma igreja

Participar de uma Trans é, acima de tudo, demonstrar paixão pelas almas perdidas e comprometimento com o Reino.




Além de ser uma ótima oportunidade para praticar o Ide de Cristo, a Trans proporciona períodos preciosos de comunhão com batistas de várias partes do Brasil.



 Esperamos por você para, juntos, saciarmos a sede de Deus.


Deus abençoe a todos!!




sábado, 23 de outubro de 2010

A história de Jacó

A história de Jacó




Jacó fazia parte da terceira geração de uma família que adorava ao verdadeiro Deus, separada por Ele mesmo para formar uma descendência santa que abençoaria todos os povos da Terra (Gn. 12:3). Apesar disso, ele ainda não tinha uma experiência real com o Senhor, assim como seu avô Abraão e seu pai Isaque tiveram. Assim sendo, a situação de Jacó nos lembra muito os casos de famílias cristãs onde os filhos e netos ainda não aceitaram a Cristo como Seu Redentor e Salvador, provando que apesar da família e do ambiente onde se vive serem fortes fontes de influência na vida de uma pessoa, esta ainda é um ser moral responsável por si mesmo e capaz de tomar suas próprias decisões, seja para ingressar num bom caminho, seja para seguir por um caminho ruim. Afirmar o contrário, para mim, é aceitar um tipo de determinismo que não concordo: como se um filho de pais ladrões fosse com certeza se tornar um ladrão, ou sê-lo até o fim de sua vida [1].



A história de Jacó conforme descrita na Palavra de Deus ainda põe à nossa vista como é o amor de Deus por nós, ao mostrar que o motivo de Deus escolher amar a Jacó (Gn. 25:23; Ml. 1:2-3) a ponto de, por Sua Misericórdia e Graça, agir em seu favor para sua conversão e transformação pessoal partiu Dele mesmo, e não foi por mérito algum encontrado no neto de Abraão. De igual forma, se a escolha de Deus nos amar fosse condicionada a bons motivos encontrados em nós, estaríamos perdidos para sempre (Ef. 2:1-2).



Afinal de contas, como uma pessoa que se aproveita da fraqueza do próprio irmão (cabeçudo) e mente para o pai cego poderia ser considerada boa? Pois foi exatamente isso que Jacó fez (Gn. 25:27-34; Gn. 27), e por este motivo seu nome passara a ser sinônimo de "enganador". Para não ser alvo da fúria vingativa de seu irmão Esaú, ele foge escondido para a casa de parentes, e no caminho, em uma cidade chamada Luz, tem uma experiência com Deus, onde em visões Ele afirma ser o Deus de seu avô e pai, e que também o abençoaria e o guardaria (Gn 28:10-17). Reconhecendo o lugar como sendo especial, Jacó passa a chamar a cidade de Betel (Casa de Deus) e erige um altar, fazendo o seguinte voto:



Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista, de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus; (Gênesis 28:20,21)



Interessante notar que mesmo Deus fazendo uma promessa incondicional a Jacó, este faz um voto condicional. Mesmo Deus afirmando que seria o seu Deus e o abençoaria, Jacó ainda fala "se Deus for comigo... o SENHOR será o meu Deus". Isso mostra como ele ainda precisava amadurecer na fé, crescer em Deus, algo que o próprio Senhor provê, mostrando como isto também fazia parte de Sua bênção a Ele; não apenas livramento, proteção e prosperidade, mas também algo fundamental a ele: a sua própria conversão.



Jacó experimenta a presença de Deus ao longo de sua vida, até o instante quando, momentos antes de se reencontrar com Esaú, e preocupado com o fato de que isto poderia ser algo fatídico a ele e a sua família, Jacó tem um novo encontro com Deus que, desta vez, manifesta-se visivelmente [2] no vau de Jaboque, onde ambos "lutam", com Deus permitindo que Jacó O resista até o ponto onde Ele desloca sua coxa. Esta incrível experiência com Deus marca seu amadurecimento e conversão. Jacó pede por Sua benção, e Deus muda o seu nome para Israel: não mais um enganador, mas príncipe de Deus.



De Jacó a Israel, e de Betel a El-Betel. O neto de Abraão volta ao lugar onde havia vivenciado a presença do Senhor pela primeira vez, mas não conhecendo apenas a Casa de Deus (Betel) mas sim o próprio Deus da Casa de Deus (El-Betel), e erige novamente um altar, mas agora sem impor condições:



Disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; faze ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugias da presença de Esaú, teu irmão. Então, disse Jacó à sua família e a todos os que com ele estavam: Lançai fora os deuses estranhos que há no vosso meio, purificai-vos e mudai as vossas vestes; levantemo-nos e subamos a Betel. Farei ali um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia e me acompanhou no caminho por onde andei. [...] Assim, chegou Jacó a Luz, chamada Betel, que está na terra de Canaã, ele e todo o povo que com ele estava. E edificou ali um altar e ao lugar chamou El-Betel; porque ali Deus se lhe revelou quando fugia da presença de seu irmão. (Gênesis 35:1-7)



A promessa de Deus se cumpre em Jacó, que o abençoa agora não só como o Deus de seu avô e pai, mas também como o Salvador e Redentor dele mesmo, ao ponto dele exigir de sua família a purificação, lançando fora todos os deuses falsos. O Senhor ainda declara:



Disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó. Já não te chamarás Jacó, porém Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel. Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti e, depois de ti, à tua descendência. (Gênesis 35:10-12)



Assim como o Senhor mostrou Sua Bondade e Misericórdia a Jacó, resgatando-o de uma vida de enganações e transformando-o em um servo Seu, assim Deus também faz conosco, por intermédio de Seu Filho Jesus Cristo (Jo. 3:16). Deus toma o primeiro passo, partindo Dele mesmo para nos salvar e transformar, mostrando Seu Amor incondicional por nós.



Obs.: post baseado na linda mensagem entitulada Amor incondicional do Rev. Hernandes Dias Lopes, transmitida no programa Verdade e Vida da IPB no dia 19 de setembro deste ano.



sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Irmãos e amigos denunciem esta comunidade!!!

Link da comunidade

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=484475

É triste ver tantos jovens perdidos em pensamentos tão maus..fizeram esta comunidade :

JESUS devia ter apanhado mais


Acreditem tem mais de (23.426 membros) ,a maioria jovens,com comentários dos mais absurdos possíveis.

Vamos fazer a nossa parte irmãos denunciando esta comunidade e exortando a estes jovens que DEUS existe sim,e que Jesus é o caminho,a verdade e a vida.



_____________________1 Timóteo 5 ao 10___________________


Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.







Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas;






Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.






Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente;






Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas,






Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Os sete Espíritos de DEUS




OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS

Do trono saíam relâmpagos e trovões, e havia sete lâmpadas que nunca se apagam, pois elas são alimentadas pela glória do todo poderoso, sendo elas os SETE ESPÍRITOS DE DEUS, não que Ele tenha sete Espíritos, mas que seu Espírito tem a formosura da perfeição eterna. Quem é o Espírito de D’us senão o Espírito Santo que na bíblia é chamado de o Espírito de D’us, o Espírito da vida, o Espírito do Senhor, o Espírito Excelente, o Espírito Santo. Sim! Ele estava ali, sendo adorado, pois Ele é D’us, e sendo Ele um D’us perfeito, deve ser buscado por cada um de nós. Então com muita simplicidade e reverência eu lhe mostrarei o que aprendi com a bíblia sobre ter, o buscar e o alcançar, OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS.

Gostaria que o amado irmão leitor tivesse a maior reverência ao ler esta mensagem, pois para mim o fato de falar do Espírito de Deus é algo que me estremece o coração. A bíblia diz que certamente o Senhor D’us não fará coisa alguma sem antes ter revelado aos seus servos, os profetas (Am-03:07) e profeta é aquele que dá ouvidos ao que D’us fala e fala o que D’us manda, e eu sou um profeta de Deus.





 A REVELAÇÃO

Não se pode separar Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, Ele é Trino. Quando João vê o trono de Jeová, ele esta contemplando o Deus trino, na grandeza de sua glória, na excelência de seu poder, e na sua total majestade.

A bíblia é sim escrita por homens, e graças a Deus por isso, pois somos a imagem e semelhança dEle, mas estes homens só puderam escrever sob a inspiração do Espírito Santo, então e escritor é o Espírito Santo. O assunto central da bíblia é Jesus, o autor é Jeová e o escritor e o Espírito santo. Quando os olhos do apóstolo João contemplam o Eterno ele se lembra das palavras do profeta Isaías, que em um momento de inspiração celestial nos revelou OS SETE ESPÍRITOS DE D’US, ao falar da pessoa de Jesus, com as seguintes palavras:





Isaias-11: 02

E repousará sobre ele o ESPÍRITO do Senhor, o ESPÍRITO de sabedoria e de inteligência, o ESPÍRITO de conselho e de fortaleza, o ESPÍRITO de conhecimento e de temor do Senhor.





Estes são OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS que João viu:





a) O ESPÍRITO DO SENHOR

Este o que concede as habilidades para um Rei, ser Senhor é ser soberano, é ter domínio da situação, é viver no senhorio de sua vida, é não se curvar aos prazeres da carne, e aos encantos de satanás.





b) O ESPÍRITO DE SABEDORIA

Este o que traz o conhecer sem ver, ter a resposta antes da pergunta, é ser sábio tanto no pensar quanto no falar ou no agir. Só o Espírito do Senhor pode nos levar em excelência a algum lugar. Foi o que Salomão pediu, e foi o que ele teve.





c) O ESPPÍRITO DE INTELIGÊNCIA

Este o que da capacidade para desenvolver estratégias, capacita à mente para discernir qual caminho seguir, tomar a decisão certa nas horas mais incertas, ter percepção de tudo. Se a sabedoria dá conhecimento, a inteligência dá capacidade.





d) O ESPÍRITO DO CONSELHO

Este é o que tem a boa palavra, a palavra que produz vida, aquela que se dá sobre o que convém fazer, é o juízo, o ensinamento, é o fruto que produz vida.





e) ESPÍRITO DE FORTALEZA

Este é o que dá energia, segurança, é virtude dos fortes, qualidade de ser forte, traz constância, solidez ao justo. Estabelece os fundamentos para o firmamento, e assim estarmos prontos para o dia da luta.





f) O ESPÍRITO DE CONHECIMENTO

Este é o que dá a experiência para o discernimento, consciência de si própria, este é o que tem a instrução a perícia a cultura. É o que nos capacita para não cometermos o mesmo erro duas vezes.





g) O ESPÍRITO DO TEMOR

Este é o que dá o sentimento profundo de reverência ou respeito, também o zelo e a pontualidade. Este nos prepara para nos aproximarmos de D’us, e nos colocarmos na condição de adoradores.





 CONCLUSÃO

Este era o ministério de Jesus, e depois também o ministério do Espírito Santo, mas pode ser visto na vida de alguns cristãos ainda hoje. Se não for o seu caso busque OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS para a sua vida, e verás a diferença entre aquele que serve a Deus e aquele que não serve a Deus (ML-03:18)





Pr. Alexandre Augusto.










Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:

“OS SETE ESPÍRITOS DE D'US” publicado 21/08/2009 por Pr. Alexandre Augusto em http://www.webartigos.com



Fonte: http://www.webartigos.com/articles/23584/1/OS-SETE-ESPIRITOS-DE-DUS/pagina1.html#ixzz0wE9B1NcU

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O que é missão?





“Com quem podemos contar para levar a sério a ordem: ‘Ide e fazei discípulos de todos os povos’?”



É o plano de Deus:

Antes mesmo do mundo ser criado, Deus sabia que o homem iria pecar. Sendo assim, Ele preparou, de antemão, um plano de salvação. Neste plano divino estava o conteúdo da obra missionária, que é o anúncio do Evangelho de salvação ao mundo perdido. (Gn 3:15; Ap 13:8; Ef 1:4 ; 1Tm 1:9; 1Pe 1:19 e 20).



É a ordem de Jesus:

Um dos maiores mandamentos de Jesus registrado nas Escrituras é a ordem de fazer missões (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20). Antes da ascensão, sua última ordem foi: “Ide por todo o mundo”. (Mc 16:15).



É a obra do Espírito Santo:

O propósito pelo qual o Espírito Santo foi enviado é capacitar e dirigir a Igreja no avanço da obra missionária (Lc 24:47-49). Todo movimento espiritual que se denomine avivamento e não vise a conquista de almas para Cristo é pura emoção e não unção (At 1:8; 2:1-5,14; 4:5-12,31; 13:1-4).



É dever da Igreja:

Jesus não deixou a responsabilidade da Grande Comissão a nenhuma instituição humana. Antes, privatizou esta importante tarefa à sua amada Igreja (Mt 28:20; Jo 15:16; 17:18-20). Portanto, façamos missões.

É responsabilidade de cada cristão:

Cada cristão tem a responsabilidade de apoiar a obra missionária com oração. (Rm 15:30; Ef 6:18-20; Cl 4:2-4); com contribuição (Fl 4:10-20; 2 Co 9:6 - 14); e evangelização (1Co 9:16; Ez 33:6-8).

As 7 cartas ás Igrejas

7ª Carta________________laodicéia



Carta á Igreja de Laodocéia

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. (Apocalipse 3.14-22).



Laodicéia era uma cidade rica da Ásia Menor. Localizada junto à principal estrada da província, sua posição era estratégica para o comércio. A igreja local gozava de boa situação financeira, o que acabou se tornando motivo de orgulho e de uma injustificável satisfação, como se aprosperidade material fosse mais importante que a condição espiritual.



Certamente, aquela congregação tinha algum poder econômico, mas era fraca na fé. Quando se estabelecia algum propósito de ordem financeira, havia recurso abundante para sua realização. Apesar de tudo isso, Deus não estava satisfeito com a igreja. Os valores materiais tomaram o lugar dos espirituais.



Quem coloca o dinheiro em primeiro plano, acaba buscando a Deus apenas pelo dinheiro ou tenta fazer negócios com Deus através de dízimos e ofertas. Por outro lado, se o dinheiro é abundante, corre-se o risco de imaginar que ele seja a principal solução para os problemas da vida. Assim, a oração, o jejum e a busca ao Senhor podem acabar em último lugar ou até ficar sem lugar.



É possível que estas questões estejam diretamente ligadas à mornidão daquela igreja. Morno é aquele que está no meio do caminho, indeciso, vacilante, indefinido. É a condição de quem não desiste do evangelho nem está disposto a investir sua vida na causa de Cristo. É o caso daquele que acredita no Espírito Santo, mas não o deixa agir; não abandona Jesus nem se dedica a servi-lo.



Contudo, a igreja estava contente consigo mesma. Aqueles irmãos tinham uma auto-imagem bastante positiva. Diziam: “somos ricos e de nada temos falta” (Ap.3.17). Sua auto-avaliação era fundamentada em conceitos terrenos e mundanos.



Veio, porém, a palavra do Senhor, trazendo o conceito divino sobre a realidade espiritual dos laodicenses. Eles eram espiritualmente miseráveis, pobres e nús, mas não sabiam disso porque estavam cegos. A condição material daquela igreja disfarçava sua lástima espiritual. Da mesma forma, nos nossos dias, muitas pessoas vivem iludidas pelo materialismo e deixam de buscar a realização da alma e do espírito. Outros, até mesmo convertidos, esperam que o evangelho lhes garanta riqueza neste mundo. Não lhes interessa a volta de Cristo ou o reino celestial.



Precisamos retornar à palavra de Deus, a bíblia, pois só ela pode curar nossa cegueira ou corrigir a visão distorcida que temos sobre nós mesmos. Assim, saberemos o que nos falta: valores espirituais que só podem ser conseguidos do próprio Deus e não por dinheiro.



A teologia de algumas igrejas encontra-se contaminada pelo capitalismo. Arrecadação, lucro, riqueza e luxo têm se tornado objetivos primordiais para muitos cristãos. O normal seria que todo servo do Senhor estivesse em busca de um caráter irrepreensível, formado por virtudes espirituais. Ser rico ou pobre, materialmente, é questão de importância secundária.



“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rm.14.17). “O fruto do Espírito é amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio”. (Gálatas 5.22).



Bens materiais são necessários para a vida terrena. Contudo, não podemos colocá-los em primeiro lugar. Nossa relação com Deus não deve ser construída sobre aspirações materialistas.



O Senhor exibiu um trágico retrato da igreja de Laodicéia, mas ofereceu também a solução: “Aconselho-te que, de mim, compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.” (Ap.3.18).



A igreja precisava se aproximar de Deus em busca de valores espirituais, sendo o principal deles a pureza das vestes, ou seja, uma vida de santificação.



Na carta à igreja de Laodicéia não existe nenhuma palavra de elogio. Contudo, temos uma declaração do amor de Deus por aquele povo decadente (3.19). Deus declarou seu amor tanto pelos irmãos de Filadélfia quanto pelos de Laodicéia (3.9). Isto vem apenas confirmar que somos amados, não por nosso merecimento, mas pela vontade soberana de Deus na manifestação de sua própria natureza. Todavia, o texto traz uma advertência velada: Embora o amor de Deus seja um fato (3.19), isto não impedirá que ele vomite os mornos (3.16). Não devemos nos iludir, pois, tão real quanto o seu amor é a sua justiça.



Deus aconselha (3.18), repreende e castiga (3.19). Contudo, ele não obriga seus filhos a mudarem. Isso fica bem ilustrado no versículo 20. O Senhor está à porta e bate. Ele não arromba, não força. Ele espera que atendamos à sua voz e abramos a porta. Na carta à igreja de Filadélfia, Deus abriu uma porta (Ap.3.8). No caso de Laodicéia, é a igreja que deve abrir a porta para Deus (Ap.3.20). Quantas portas o Senhor abriu para nós? Quantas bênçãos ele nos deu? Em outros momentos, ele espera que nós lhe abramos a porta, dando ouvidos à sua voz, assumindo uma postura de aceitação, compromisso e intimidade com ele, permitindo que ele entre e domine todas as áreas da nossa vida.



Quem abrir a porta, recebendo o senhorio de Jesus, será também por ele recebido na glória celestial, conforme se lê no versículo 21: “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono”.



“Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.3.22).